domingo, 8 de novembro de 2009



O ... do céu.
"costuma estar associado à frieza, depressão, monotonia. E, por isso mesmo, também à paz, à ordem, à harmonia."

Bárbara :)

terça-feira, 3 de novembro de 2009

(...)"se calhar já nem tens pai"(...)

É algo dificil de ouvir, ou melhor, é algo que nunca se devia ouvir, muito menos ler...
E ainda me vêm cobrar a mim. Sou muito nova para ser responsabilizada por erros tão antigos e tão pesados.

É pena que para mim muita desta gente já esteja morta...
Mais pena tenho ainda de saber que quem está mesmo morto é que me falta :(

Bárbara :)

(Odete, nem penses em falar disto!! é um aviso em publico, não leves a mal, mas teve que ser! já expliquei porque escrevo num blog em vez de falar com os meus amigos. O blog é aquele amigo que está sempre lá e só ouve, não julga, não critica e também não apoia... :)
Ah, não voltes a dizer que o meu blog é "uma leitura interessante")

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

"Longe de ti são ermos os caminhos,
Longe de ti não há luar nem rosas,
Longe de ti há noites silenciosas,
Há dias sem calor, beirais sem ninhos!

Meus olhos são dois velhos pobrezinhos
Perdidos pelas noites invernosas...
Abertos, sonham mãos cariciosas,
Tuas mãos doces, plenas de carinhos!

Os dias são Outonos: choram... choram...
Há crisântemos roxos que descoram...
Há murmúrios dolentes de segredos...

Invoco o nosso sonho! Estendo os braços!
E ele é, ó meu Amor, pelos espaços,
Fumo leve que foge entre os meus dedos!..."
FE


Pediste, aqui tens.
Para a minha princesinha... Constança :D
Obrigada.

Bárbara :)

domingo, 1 de novembro de 2009

"Frémito do meu corpo a procurar-te,
Febre das minhas mãos na tu pele
Que cheira a âmbar, a baunilha e a mel,
Doido anseio do meus braços a abraçar-te,

Olhos buscando os teus por toda a parte,
Sede de beijos, amargor de fel,
Estonteante fome, áspera e cruel,
Que nada existe que a mitigue e a farte!

E vejo-te tão longe! Sinto a tua alma
Junto da minha, uma lagoa calma,
A dizer-me, a cantar que não me amas...

E o meu coração que tu não sentes,
Vai boiando ao acaso das correntes,
Esquife negro sobre um mar de chamas...
"

FE

Bárbara :)